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Como descobrir adulterações em textos supostamente escritos por E.G. White Caros amigos e irmãos em Cristo, Ao estudar sobre o tema “Divindade”, muitos irmãos
sinceros, após estudar a Bíblia com muita oração e confirmarem
em diversos livros dos testemunhos que somente Deus o Pai e Jesus
Cristo seu Filho participaram na criação e são dignos de adoração,
deparam-se com alguns textos dos livros “Evangelismo”, “O
Desejado de Todas as Nações”, “Testemunhos para Ministros”
e edições mais recentes de “Conselhos Sobre Saúde”, e
perguntam-se: seria verdade que Ellen G. White escreveu em favor
da Trindade? Para estas almas pesquisadoras sinceras, preparamos um material resumido mostrando como os textos de Ellen G. White foram adulterados e re-editados após a sua morte por pastores que trabalharam para colocar a “trindade” entre as doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
a)
Verifique qual é o original indicado no texto do livro em
português que você estiver lendo. Exemplo: “Precisamos
reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o
próprio Deus, está andando por estes caminhos. Manuscrito 66”
Evangelismo, 616 O
texto acima encontra-se no livro “Evangelismo”, um compilado
de textos de Ellen G. White, e mostra a inscrição “Manuscrito
66”. Este manuscrito é o original de onde supostamente veio a
frase citada no livro “Evangelismo”. Sabendo isto, acesse a
internet e digite:
http://www.egwtext.whiteestate.org/.
Este é o site oficial do Ellen G. White Estate nos Estados
Unidos.
b)
Ao
acessar este site, abrirá uma página com vários tópicos em
negrito. Um deles possui o título: “The
Published Writings of Ellen G. White”. Na segunda linha de texto abaixo deste tópico,
encontra-se, em azul, o tópico “Search
all the categories of Ellen G. White's writings (WAIS)”.
Clique neste tópico, e o site se abrirá na página de pesquisa.
O título que aparece logo na parte superior da tela é: “Ellen
G. White Published Writings”. Esta página contém uma
janela onde você deve digitar o que deseja pesquisar.
c)
Para
pesquisar o texto acima, que aparece no livro “Evangelismo” e
cita como fonte o “Manuscrito 66”, digite na janela de
pesquisa palavras chaves que aparecem no texto, como no exemplo
que damos abaixo:
“Holy
Spirit” and “grounds”. Você obterá como resposta vários textos, e entre eles o texto
original. Então é só traduzir o texto original compará-lo com
o texto do livro em português e verificar a diferença. 2. - O que este material apresenta O artigo apresentado a seguir mostra como foram
feitas as seguintes alterações nos escritos de Ellen G. White,
para que se sustentasse a idéia de que ela teria crido na
Trindade: -
1923 – Alteração no livro “Testimonies For Minister
and Gospel Workers” (Testemunhos para Ministros); - 1940 – Alteração no livro “Desire of Ages” (Desejado de Todas as Nações) por ocasião de sua revisão, modificando o que havia sido originalmente escrito; -
1946 – Colocação de textos manipulados e retirados de
seu contexto original no compilado de textos de Ellen G. White
denominado “Evangelism” (Evangelismo); -
1957 – Alteração no livro “Consels fo Health”
(Conselhos Sobre Saúde) por ocasião de sua revisão, modificando
o que havia sido originalmente escrito. É interessante ressaltar que, na década de 1960, após
terem sido efetuadas todas as manipulações desonestas no livros
do Espírito de Profecia citados acima, foi editado o livro
“Questions and Doctrine” (Questões de Doutrina). Este livro
cita os escritos manipulados de Ellen G. White encontrados no
compilado “Evangelism” (Evangelismo), feito em 1946, para
apoiar a crença na Trindade, levando os seus leitores a crer que
os escritos de Ellen G. White embasavam esta doutrina. Todas as referências de textos de Ellen G. White aqui apresentadas foram conferidas junto ao Ellen G. White estate entre os dias 20.08.2002 e 25.08.2002, para garantir a fidedignidade destas denúncias. Quem quiser conferir todas as referências e verificar sua autenticidade, pode fazê-lo através do site do Ellen G. White estate na internet: http://www.egwtext.whiteestate.org/ DENÚNCIAS: 1
-
CITAÇÕES DO LIVRO “EVANGELISMO” 1.1 –
A afirmação de que o Espírito Santo seria uma pessoa O primeiro texto do livro “Evangelismo” que
trazemos para a análise é o que se encontra na página 616: “Precisamos
reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o
próprio Deus, está andando por estes caminhos. Manuscrito 66”
Evangelismo, 616 Apresentamos abaixo o texto do original, Manuscrito
66, obtido no site oficial do Ellen G. White Estate: "The
Lord instructed us that this was the place in which we should
locate, and we have had every reason to think that we are in the
right place. We have been brought together as a school, and we
need to realize that the Holy Spirit, who is as much a person as
God is a person, is walking through these grounds, that
the Lord God is our keeper, and helper. He hears every word we
utter and knows every thought of the mind." Manuscript
Releases, Vol. 7, page 299 / Manuscript 66, 1899 Tradução: “O Senhor nos
instruiu de que este era o lugar no qual deveríamos estar, e nós
temos tido razão para pensar que estamos no lugar certo. Nós
fomos colocados juntos como uma escola, e
precisamos reconhecer que o
Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como Deus é uma
pessoa, está andando por estes terrenos, que o Senhor
Deus é nosso mantenedor e ajudador. Ele ouve cada uma de nossas
palavras e sabe cada pensamento da mente.” Compare agora o texto original acima, com o texto do
livro “Evangelismo”, que repetimos abaixo:
Enquanto o original diz que o Espírito Santo é
tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa, o texto adulterado,
mudado, do livro
“Evangelismo” diz que o Espírito Santo é o próprio Deus. O
original não disse que o Espírito Santo é um Deus, e sim que
este é uma pessoa como Deus é uma pessoa. Quem é esta pessoa,
segundo Ellen G. White? Em um outro texto ela esclarece quem é o
Espírito Santo, que é uma pessoa como Deus é uma pessoa: “Impedido por
Sua humanidade, Cristo não
poderia estar em todos os lugares pessoalmente; então foi
para benefício deles (os discípulos) que Ele deveria deixa-la,
ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser seu sucessor na
terra. O Espírito Santo é
Ele mesmo, despojado da personalidade humana e independente dela.
Ele Se representaria como estando presente em todos os lugares por
Seu Espírito, como Onipresente. Mas o Consolador, o Espírito
Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, ele vos ensinará todas
as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (João
14:26). “Mas digo-vos uma verdade: Convém que Eu vá, porque se
não fosse, o Consolador não viria a vós; mas se eu for, vo-lo
enviarei.” (João 16:7).” Manuscript Releases
Volume Fourteen, Page 23, 24 Perceba que Ellen
G. White cria, e por tanto escreveu,
que o Espírito Santo,
que era tanto uma pessoa quanto Deus é uma pessoa, é
Cristo mesmo, despojado da personalidade humana. Pastores infiéis, quando
produziram o livro “Evangelismo”, que é um compilado de
livros de Ellen G. White, 31 anos após a sua morte, mudaram, ou
seja, adulteraram, o texto, para dar a entender que ela cria na Trindade.
Como você mesmo pode constatar ela nunca escreveu que o Espírito
Santo é um Deus, e sim que Ele “é
Cristo mesmo, despojado da personalidade humana”. O texto no
qual ela escreve isto (Manuscript Releases Volume Fourteen, Page
23, 24), explica outro texto que é apresentado no livro
“Evangelismo”: “O Espírito
Santo é uma pessoa; pois dá testemunho com o nosso espírito de
que somos filhos de Deus. Uma vez dado este testemunho, traz
consigo mesmo sua própria evidência. Em tais ocasiões
acreditamos e estamos certos de que somos filhos de Deus. O Espírito Santo tem uma personalidade, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso
espírito que somos filhos de Deus. Deve
também ser uma pessoa divina, do contrário não poderia
perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus. “Por
que , qual dos homens sabes as coisas do homem, senão o espírito
do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de
Deus, senão o Espírito de Deus.”
MS 20, 1906. Evangelismo págs. 616, 617. Quem é o Espírito Santo apresentado acima? Ellen G.
White mesmo explicou em outro testemunho que o Espírito Santo é
sim uma pessoa divina, e esta é o Espírito do próprio Cristo: “Impedido por
Sua humanidade, Cristo não
poderia estar em todos os lugares pessoalmente; então foi
para benefício deles (os discípulos) que Ele deveria deixa-la,
ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser seu sucessor na
terra. O Espírito Santo é
Ele mesmo, despojado da personalidade humana e independente dela.
Ele Se representaria como estando presente em todos os lugares por
Seu Espírito, como Onipresente.” Manuscript Releases
Volume Fourteen, Page 23, 24 O texto do livro Evangelismo também diz que o Espírito
deve ser uma pessoa divina, porque “perscruta os segredos que jazem ocultos na mente de Deus”
(Evangelismo, págs. 616, 617). Ellen G. White escreveu quem era o
único que perscruta os segredos que jazem ocultos na mente de
Deus: “Deus
informou a Satanás que apenas a Seu Filho Ele revelaria Seus propósitos
secretos, e que requeria de toda a família celestial, mesmo Satanás, que lhe
rendessem implícita e inquestionável obediência; mas que ele
(Satanás), tinha provado ser indigno de ter um lugar no Céu.”
História da Redenção, pág. 18 “Cristo,
o Verbo, o Unigênito de Deus, era um com o eterno Pai -
um em natureza, caráter, propósito - o
ÚNICO SER que poderia penetrar em todos os conselhos e
propósitos de Deus.... O Pai operou
por Seu Filho na criação de todos os seres celestiais." Patriarcas
e Profetas, pág. 34 Assim, confirmamos mais uma vez, pelos próprios testemunhos escritos por Ellen G .White que o “Espírito Santo” mencionado no texto do livro “Evangelismo” é Cristo mesmo. 1.3 A afirmação de que há três pessoas vivas no “Trio” celestial “O
consolador que Cristo prometeu enviar depois de ascender ao Céu
é o Espírito em toda a plenitude da divindade, tornando
manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem
em Cristo como um Salvador pessoal. Há
três pessoas vivas pertencentes à trindade celeste; em nome
destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo
por fé viva são batizados, e esses poderes cooperarão com os súditos
obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em
Cristo.” Special Testimonies, Serie B. N.7, págs. 62
e 63 (1905). Evangelismo, págs. 614, 615 O texto acima foi copiado do livro “Evangelismo”,
que é a tradução para o português do livro “Evangelism”,
que citamos abaixo: “There
are three living persons of the heavenly trio; in the name of
these three great powers – the Father, the Son, and the Holy
Spirit...” do livro “Evangelism” No manuscrito original, Ellen G. White escreveu o
termo “persons”, que significa pessoas. Entretanto, ela mesmo
corrigiu e colocou o que deveria ser o correto entendimento.
Riscou a letra “s” e acrescentou o final “alities”,
transformando a palavra “persons” em “personalities”, que
significa personalidades. Além disso, ela acrescentou o termo
“the” logo após o início da frase, de maneira que a frase do
manuscrito original se encontra da seguinte forma: “There are the living three person Tradução: “Existem as
três personalidades vivas no trio celestial nas quais cada alma
arrependida dos seus pecados recebendo a Cristo por meio de fé
viva por eles são batizados.” Para
que não fique só no meu testemunho, coloco abaixo uma fotocópia
escaneada do manuscrito original de Ellen G. White, que comprova
que as modificações aqui mencionadas foram feitas por ela mesma:
Agora, compare o texto que se encontra no livro
“Evangelismo” em português, com o texto original:
Obviamente, trio celestial não é igual a
“trindade celeste”. Percebemos mais uma vez que este trata-se
de um texto que foi adulterado,
para dar a entender que Ellen G. White teria apoiado a trindade em
seus escritos. O testemunho atesta da existência do “trio”
celestial. Todavia, não afirma que a terceira pessoa, o Espírito
Santo, é um Deus. A terceira pessoa a partir da Divindade aqui
mencionada é o primeiro em honra após o Pai e o Filho. Quem
seria este? Deixemos que os próprios testemunhos respondam. O
testemunho acima, que lemos, fala de três pessoas, que são três
grandes poderes. Obviamente, Deus o Pai é um grande poder, assim
como o é Cristo o Filho. Todavia, quem é o terceiro grande
poder, chamado de Espírito Santo? O testemunho nos diz quem ele
era no passado, antes de haver pecado: “Lúcifer,
no Céu, antes de sua rebelião foi um elevado e exaltado anjo, o
primeiro em honra depois do amado Filho de Deus. Seu
semblante, como o dos outros anjos, era suave e exprimia
felicidade. Entre os habitantes do Céu, excluindo-se o próprio Cristo, foi Satanás durante algum tempo o
mais honrado de Deus, o mais
elevado em poder e glória. Signs of the Times, 23
de julho de 1902… [Lúcifer] fora o mais elevado de todos os seres
criados, e o primeiro em revelar ao Universo os desígnios
divinos. O Desejado de Todas as Nações, pág. 758.” A Verdade
Sobre os Anjos, págs. 27 e 28 “Lúcifer era o querubim cobridor, o mais exaltado
dentre os seres criados. Sua
posição era a mais próxima do trono de Deus, e ele
se achava intimamente vinculado e identificado com a
administração do governo de Deus, havendo
sido ricamente dotado com a glória de Sua majestade e
poder.” A Verdade Sobre os Anjos, págs. 27, 28 “Lúcifer,
o "filho da alva", sobrepujando
em glória a todos os anjos que rodeavam o trono, ... [estava]
ligado pelos mais íntimos
laços ao Filho de Deus. O Desejado de Todas as Nações, pág.
435. O testemunho afirma que Lúcifer, ou Satanás, era o
primeiro abaixo de Cristo, o mais
elevado em poder, acima de todos os outros seres criados. O
testemunho afirma que Satanás era um grande poder, e era o
primeiro abaixo de Cristo. Existiria alguém entre Deus o Pai,
Cristo e Lúcifer, que pudesse ser considerado um grande poder?
Deixemos que os testemunhos nos revelem. “O Rei do
Universo convocou os exércitos celestiais perante Ele, para, em Sua presença, apresentar a verdadeira posição de Seu Filho,
e mostrar a relação que Este mantinha para com todos os seres
criados. O Filho de Deus
partilhava do trono do Pai, e a glória do Ser eterno, existente
por Si mesmo, rodeava a ambos. Em redor do trono
reuniam-se os santos anjos, em uma multidão vasta, inumerável -
"milhões de milhões, e milhares de milhares" (Apoc.
5:11), estando os mais exaltados anjos, como ministros e súditos,
a regozijar-se na luz que, da presença da Divindade, caía sobre
eles. Perante os habitantes
do Céu, reunidos, o Rei declarou que ninguém, a não ser Cristo,
o Unigênito de Deus, poderia penetrar inteiramente em Seus propósitos,
e a Ele foi confiado executar os poderosos conselhos de Sua
vontade.” Patriarcas e Profetas, pág. 36 O testemunho é claro. Diz que “A glória do Ser eterno existente por Si mesmo, rodeava a ambos”,
o Pai e o Filho. E vimos nos testemunhos que lemos acima que Lúcifer
era o primeiro abaixo de Cristo. Assim, o “trio” celestial que
havia no Céu, era formado por três grandes poderes, e estes
eram: Deus o Pai (um Deus), Cristo (o Filho de Deus, portanto também
um Deus) e Lúcifer (um ser criado, que não é Deus). Percebemos
portanto que os testemunhos dados por Jesus a Ellen G. White
mostram que realmente havia um trio celestial formado por três
grandes poderes no céu. Todavia, o terceiro poder não era um
Deus, e sim um anjo, que quis ser Deus. E por querer ser Deus, foi
expulso do Céu. O testemunho diz também o que Deus, o Pai, disse por
ocasião desta reunião que houve no Céu: “Perante
os habitantes do Céu, reunidos, o Rei declarou que ninguém, a não
ser Cristo, o Unigênito de Deus, poderia penetrar inteiramente em
Seus propósitos”. Quem quer que afirme haver um outro ser
(Espírito Santo) que conheça os propósitos do Pai além de
Cristo, está buscando contradizer o que o próprio Deus, o Pai,
afirmou. Neste caso, em quem é seguro acreditar? “Seja Deus
verdadeiro e mentiroso, todo o homem” Romanos 3:4. Fiquemos com
o conselho que nos dá a Palavra de Deus, pois é obedecendo-a que
estaremos seguros. Após a queda de Lúcifer, um anjo foi exaltado à
posição da qual ele caíra. O testemunho nos mostra que é este
anjo: “Na crise suprema, quando coração e alma se
rompem sob o fardo do pecado, Gabriel
é enviado para fortalecer o divino Sofredor, animando-O a
prosseguir no caminho manchado de sangue. Signs of the Times, 9 de
dezembro de 1897. Nessa horrível crise, quando tudo estava em jogo,
quando o misterioso cálice tremia nas mãos do Sofredor, abriu-se
o Céu, surgiu uma luz por entre a tempestuosa treva da hora da
crise, e o poderoso anjo que se acha na presença de Deus, ocupando
a posição da qual Satanás caíra, veio para
junto de Cristo. O anjo não veio
para tomar-Lhe o cálice das mãos, mas para
fortalecê-Lo a fim de que o bebesse, com a certeza do amor do
Pai. .” A Verdade Sobre os Anjos, pág. 195 Gabriel assumiu a posição da qual Lúcifer caíra. Lúcifer era o terceiro grande poder que integrava o “trio” celestial. Após a queda de Lúcifer, Gabriel passou a ser o terceiro grande poder pertencente ao “trio” celestial. Desde então ele é o mais exaltado ser criado, pois assumiu a posição de Lúcifer, que era o mais exaltado ser criado. É ele que é comissionado por Deus para comunicar os propósitos divinos aos homens, e, segundo o testemunho, fortalece os homens por “seu” divino poder: “Que
grande honra é outorgada a Daniel pela Majestade do Céu!
Conforta Seu servo tremente e lhe assegura que sua oração foi
ouvida no Céu. Em resposta
àquela fervorosa petição, o anjo Gabriel foi enviado para
influenciar o coração do rei persa.... Tão grande foi a glória divina revelada a Daniel, que não pôde suportar a visão. Então o mensageiro celestial velou o resplendor de sua presença e apareceu ao profeta na "semelhança dos filhos dos homens". Dan. 10:16. Por seu divino poder, fortaleceu esse homem de integridade e fé, para ouvir a mensagem divina a ele enviada.” Santificação, págs. 51, 52 Conforme afirma o testemunho acima, Gabriel revelou a
“glória divina” a Daniel. O testemunho também afirma que
Gabriel, “por seu divino poder”, fortaleceu a Daniel. O anjo Gabriel, por manifestar
a glória divina e possuir poder divino, segundo o testemunho,
deveria ser adorado como Deus? Ele mesmo diz que não, falando ao
profeta João: “De Gabriel,
diz o Salvador em Apocalipse: "Pelo
Seu anjo as enviou, e as notificou a João Seu servo."
Apoc. 1:1. E a João o anjo
declarou: "Eu sou
conservo teu e de teus irmãos, os profetas." Apoc. 22:9.
Maravilhoso pensamento - que o
anjo que ocupa, em honra, o lugar logo abaixo do Filho de Deus,
é o escolhido para revelar os desígnios de Deus a homens
pecadores.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 99 “Prostrei-me
ante os seus pés para
adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso;
sou conservo teu e dos teus irmãos que mantém o testemunho de
Jesus; adora a Deus.” Apocalipse 19:10 Embora Gabriel seja a “terceira pessoa a partir da
Divindade”, não aceita adoração como Deus. Se Ele, que ocupa
o lugar logo abaixo do Filho de Deus, sendo portanto o terceiro no
“trio” celestial atual, não aceita adoração, nenhum outro
ser deve ser adorado além do Pai e do Filho, conforme diz a
Escritura: “E ouvi a
toda a criatura que está no Céu, e na Terra, e debaixo da
terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer:
Ao que está assentado
sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações
de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.”
Apoc. 5:13. 2 – Citação
do livro “Consels on Health”
(Conselhos Sobre Saúde) A DIVINDADE... DEU A SI MESMA “A Divindade
se encheu de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho, e o Espírito
Santo deram a Si mesmos
para o trabalho do plano da redenção.” Consels on Health, pág. 222 O pronome “Si” é colocado como tradução do
termo “Themselves” do original inglês. É escrito com “S”
maiúsculo para dar a entender que, como o texto estaria falando
de três Deuses, o pronome “Si” representaria três Deuses. O
mesmo acontece com o na versão em inglês – o termo “Themselves”,
traduzido para o português pelo pronome “Si”, é colocado com
letra inicial maiúscula, dando a entender que Ellen G. White
estava se referindo a três Deuses. Caso o termo “Themselves”
fosse escrito com letra minúscula (themselves),
isto significaria que Ellen G. White não estava se referindo a três
nomes próprios – o termo escrito com letra minúscula indica
que ao menos um dos termos – Pai, Filho ou Espírito Santo – não
é um Deus. Assim, caso o termo do inglês “themselves”
estivesse com “t” minúsculo, isto deixaria claro que Ellen G.
White não estava considerando o Espírito Santo como um Deus. Pois bem, é exatamente isto o que acontece. No
artigo original, o termo “Themselves” está escrito com
“t” minúsculo (themselves).
A letra maiúscula foi colocada quando o texto foi incluído no
livro compilado “Conselhos sobre Saúde”, em 1957. Ao vermos o
contexto, que não aparece no compilado “Conselhos sobre Saúde”,
percebemos claramente que Ellen G. White não estava dando a
entender, através deste texto, de forma alguma, que ela cria na
Trindade: "The
Godhead was stirred with pity for the race, and the Father, the
Son, and the Holy Spirit gave themselves to the working out of the plan of redemption.
" Union Conference Record April 1, 1901 p. 2" (letter
B12-1901). Primeiramente
veja que, no texto original apresentado acima, o termo
“themselves” aparece com “t” minúsculo, tal como Ellen G.
White o escreveu. Ellen G. White estava viva em 1901, quando este
original foi escrito. Em 1957, quando a mudança foi efetuada,
Ellen G. White não estava viva para autorizar a mudança.
Apresentamos abaixo o texto original traduzido, para que os irmãos
que tenham dificuldade com o idioma inglês possam ler o contexto
da passagem: “A Divindade
moveu-se de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho e o Espírito
Santo deram-se a si mesmos
para o trabalho do plano da redenção.” Union Conference
Record April 1, 1901 p. 2" (letter B12-1901). Observe
a letra minúscula no pronome “si”,
indicando que Ellen G. White não se refere a 3 pessoas, e sim
Duas, o Pai Eterno e seu Filho. Agora, compare o texto que se encontra no livro
“Consels on Health” (Conselhos Sobre Saúde), de 1957, com o
texto original:
4
– Citação do livro “O Desejado de Todas as Nações”
- A TERCEIRA PESSOA DA DIVINDADE No
livro “O Desejado de Todas as Nações”, que é a tradução
do original em ingles “Desire of Ages”, vemos a seguinte
afirmação: “O
pecado poderia ser resistido e vencido somente através da
poderosa operação da Terceira Pessoa da Trindade, a qual viria não
como energia modificada, mas na plenitude do divino poder.”
Desire of Ages, 671 O
termo “Terceira Pessoa da Trindade” é colocado como sendo a
tradução do texto ¨Third Person of
Godhead¨, que encontra-se no livro original “The Desire of
Ages”. Em primeiro
lugar, o termo “Godhead”, que esta no idioma original,
significa “Divindade” (Trindade é a tradução da palavra em
ingles “Trinity”). Portanto, o termo Divindade nada tem que
ver com o termo “Godhead”, do idioma original. Também temos
que, no idioma inglês, idioma no qual o livro original foi
escrito, a preposição “of” que se encontra neste termo, significa “from”, que
quer dizer “a partir da”. Assim, a tradução correta para o português
seria “Terceira Pessoa a partir da Divindade”.
Existe também um outro problema neste termo “Terceira
Pessoa da Trindade”, que aparece no livro “O Desejado de Todas
as Nações”. O termo do livro em inglês, “Third
Person of Godhead”, aparece com as letras iniciais “t”
e “p” minúsculas, da forma que se segue: “third
person of
Godhead”, mostrando que Ellen G. White não se estava referindo
a um terceiro Deus. As iniciais minúsculas foram trocadas por
iniciais maiúsculas na revisão de 1940 do livro “O Desejado de
Todas as Nações”. A
citação do livro “Desire of Ages”, de 1898, foi repetida na
revista Review and Herald em 1904, e mostra o termo “third
person” também com iniciais minúsculas: “Sin
could be resisted and overcome only through the mighty agency of
the third person
of the Godhead, who would come with no modified energy, but in the
fulness of divine power.” Advent
Review and Sabbath Herald, May 19, 1904, paragraph 3 Tradução: “O
pecado poderia se resistido e vencido somente através
da poderosa operação da terceira pessoa a partir da Divindade, a
qual viria não com energia modificada, mas na plenitude do poder
divino. ” Percebemos
então que o texto do livro “O Desejado de Todas a Nações”
foi mudado, ou adulterado,
para dar a entender que Ellen G. White cria em uma Trindade. Agora, compare o texto que se encontra no livro
“Desire of Ages” (O Desejado de Todas a Nações) atual, com o
texto original de 1898, publicado em 1904:
O
mesmo termo, “third person of Godhead” aparede com as letras
“t” e “p” minúsculas em “The Faith I Live By, page 52,
paragraph 6”, “Advent Review and Sabbath Herald, November 19,
1908, paragraph 5”, e “Special Testimonies for Ministers and
Workers. -- No. 10, page 25, paragraph 2”. Outros
textos que datam do tempo em que Ellen G. White ainda estava viva,
também apresentam o termo “third
person”
escrito em letras iniciais “t” e “p” minúsculas: “The
Signs of the Times, December 1, 1898, paragraph 2”, “The
Watchman, November 28, 1905, paragraph 2”,
“The Upward Look, page 51, paragraph 3”, O
termo “Third Person”
apresentando letras iniciais “T”
e “P” maiúsculas
aparece apenas nas obras revisadas ou compiladas após a morte de
Ellen G. White. Percebemos então que houve uma manipulação nos
textos de Ellen G. White, apos a sua morte, durante anos, para que
os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia fossem levados a
crer que ela cria em uma Trindade, quando isto em verdade nunca
aconteceu. Quando buscamos saber quem é a “terceira pessoa a
partir da Divindade que vem na plenitude do poder divino” que
Ellen G. White cita no texto do livro “O Desejado de Todas as Nações”,
encontramos a resposta em outros testemunhos: 1
– Satanás um dia foi a “terceira
pessoa a partir da Divindade”: “Lúcifer,
no Céu, antes de sua rebelião
foi um elevado e exaltado anjo, o
primeiro em honra depois do amado Filho de Deus.” A
Verdade Sobre os Anjos, pág. 27 “Entre
os habitantes do Céu, excluindo-se
o próprio Cristo, foi Satanás durante algum tempo o mais honrado
de Deus, o mais elevado em poder e glória.” A Verdade
Sobre os Anjos, pág. 28 2 – Após a queda de Satanás, perdeu o seu posto e
o anjo Gabriel passou a ser a “terceira
pessoa a partir da divindade”: “Na
crise suprema, quando coração e alma se rompem sob o fardo do
pecado, Gabriel e
enviado para fortalecer o divino Sofredor, animando-O a prosseguir
no caminho manchado de sangue. Signs of the Times, 9 de dezembro
de 1897 Nessa horrível crise, quando tudo estava em jogo, quando o
misterioso cálice tremia nas mãos do sofredor, abriu-se o Céu, surgiu uma luz por entre a tempestuosa treva na hora da crise, e o poderoso anjo que se
acha na presença de Deus, ocupando a posição da
qual Satanás caíra, veio para junto de Cristo.” A Verdade Sobre os Anjos, pág. 195. 3 – Gabriel “se acha na presença de Deus”. Ele
é um dos dois ungidos apresentados na visão de Zacarias, que estão
na presença de Deus, e vem para a Terra “na plenitude do poder
divino”: “"Falei
mais e disse-lhe: Que são as duas oliveiras à direita do castiçal
e à sua esquerda? E, falando-lhe outra vez, disse: Que são
aqueles dois raminhos de oliveira que estão junto aos dois tubos
de ouro e que vertem de si ouro? E ele me respondeu: ... São os dois
ungidos, que estão diante do Senhor de toda a Terra."
Zac. 4:11-14. Os ungidos que
estão diante do Senhor de toda Terra
mantêm a posição uma vez outorgada a Satanás como querubim
cobridor. Por intermédio dos seres santos que
circundam Seu trono, o Senhor mantém constante comunicação com
os habitantes da Terra. Review
and Herald, 20 de julho de 1897.”
A Verdade Sobre os Anjos, págs. 150, 151 “Nesta
visão
as duas oliveiras que estão
diante de Deus são representadas como vertendo de si o dourado óleo
através de tubos para o receptáculo do castiçal.
Daqui se alimentam as lâmpadas
do santuário, para que possam produzir luz clara e contínua.
Assim, dos ungidos que se
acham na presença
de Deus, a plenitude
da luz divina do amor e poder
é repartida a Seu povo, para que este possa com outros
repartir luz, gozo e refrigério. Os que assim são enriquecidos
devem enriquecer a outros com os tesouros do amor de Deus.”
Profetas e Reis, pág. 594 Percebemos
portanto que Ellen G. White, quando mencionou o termo “third
person of Godhead” (terceira pessoa a partir da Divindade) no
livro “Desire of Ages” (O Desejado de Todas as Nações),
estava se referindo ao Espírito de Cristo. Esta mesma referencia
ao Espírito de Cristo e sua obra como “espirito ministrador
santo” em favor dos homens, de acordo com a luz do texto de
Hebreus 1:13, 14, foi feita no testemunho “Special Testimonies
for Ministers and Workers, Series A, #10, págs. 25, 26, 29,
30.”: “O
mal estava se acumulando por séculos, e não poderia restringido
e resistido apenas pelo grande poder do Espírito Santo, a terceira
pessoa a partir da Divindade, que viria não com energia
modificada, mas na plenitude do poder divino... o Espírito de
Deus se alojaria em seus corações. Ele convenceria do pecado...
O Espírito divino revela seu trabalho no coração humano...
Permitam Cristo trabalhar pelo Seu Espírito Santo, acordá-los
como que da morte e levá-los consigo. Deixem ele empregar suas
habilidades... Estão aqueles com o coração preparado como
barcos escolhidos para o trabalho e que podem receber o óleo
dourado o qual através dos mensageiros celestiais, representados
pelas duas oliveiras, será derramado nos tubos dourados para
encher as lâmpadas?” Special Testimonies for Ministers and
Workers, Series A, #10, págs. 25, 26, 29, 30. (tradução para o
idioma português) Esta
citação apresentada acima, extraída de “Testimonies Series
A” foi modificada, ou adulterada,
primeiramente na edição de 1923, e esta adulteração foi
mantida nas versões posteriores do livro “Testimonies to
Ministers and Gospel Workers” (Testemunhos para Ministros), página
392. Nesta citação o termo “third person”, que foi
originalmente escrito com letras iniciais minúsculas, foi
modificado para “Third Person” (letras iniciais maiúsculas),
com o mesmo objetivo pelo qual foram feitas todas as mudanças nos
outros testemunhos que vimos nesta material – apoiar a idéia falsa
de que Ellen G. White teria crido em uma Trindade. O texto de
“Special Testimonies” que apresentamos acima é apresentado na
versão atual do livro “Testemunhos para Ministros”, no idioma
português, da seguinte forma: “O
mal estava se acumulando por séculos, e não poderia restringido
e resistido apenas pelo grande poder do Espírito Santo, a terceira
pessoa da Trindade, que viria não com energia modificada, mas
na plenitude do poder divino... o Espírito de Deus se alojaria em
seus corações. Ele convenceria do pecado... O Espírito divino
revela seu trabalho no coração humano... Permitam Cristo
trabalhar pelo Seu Espírito Santo, acordá-los como que da morte
e levá-los consigo. Deixem ele empregar suas habilidades... Estão
aqueles com o coração preparado como barcos escolhidos para o
trabalho e que podem receber o óleo dourado o qual através dos
mensageiros celestiais, representados pelas duas oliveiras, será
derramado nos tubos dourados para encher as lâmpadas?”
Special Testimonies for Ministers and Workers, Series A, #10, págs.
25, 26, 29, 30. (tradução para o idioma português) Agora, compare o texto que se encontra no testemunho
original com o texto mudado, ou adulterado, que aparece na versão
atual do livro “Testemunhos para Ministros”:
Conclusão: ALGUÉM
INTENCIONALMENTE MODIFICOU
E MANIPULOU OS TEXTOS DE
ELLEN G. WHITE PARA DAR A ENTENDER QUE ELA TERIA CRIDO NA
DOUTRINA DA TRINDADE. ESTAMOS DENUNCIANDO ISTO PARA QUE ESTAS
PESSOAS, SE ESTIVEREM VIVAS, SE ARREPENDAM, E PARA QUE NOSSOS IRMÃOS
ADVENTISTAS SINCEROS PERCEBAM QUE NÓS FOMOS ENGANADOS. Os textos analisados neste trabalho, comumente usados
para “provar” que Ellen G. White teria crido na Trindade,
quando comparados com os manuscritos originais e os seus
respectivos contextos, deixam evidente que ela não estava de
forma alguma apoiando uma crença na Trindade quando os escreveu.
Pelas provas aqui apresentadas, verificamos que Ellen G. White
nunca creu na Trindade. Ao contrário, ela concordava com seu
marido, James (Tiago) White, que morreu não crendo na Trindade. O
próprio fato de que pessoas no decorrer da história manipularem
os textos por ela escritos, após a sua morte, para fazer parecer
que ela teria crido na Trindade quando viva, evidenciam que ela não
cria na Trindade. Se você, irmão, na sua sinceridade, ainda
possui duvidas quanto a isto, leia um texto que Jesus a inspirou a
escrever: “Impedido por Sua humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente; então foi para benefício deles (os discípulos) que Ele deveria deixa-la, ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despojado da personalidade humana e independente dela. Ele Se representaria como estando presente em todos os lugares por Seu Espírito, como Onipresente. Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, ele vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (João 14:26). “Mas digo-vos uma verdade: Convém que Eu vá, porque se não fosse, o Consolador não viria a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei.” (João 16:7).” Manuscript Releases Volume Fourteen, Page 23, 24 Ellen
G. White previu o ômega da apostasia, que seria muito pior do que
o Alfa, encabeçado pelo Dr. Kellogs. Hoje vemos claramente porque
o ômega seria de natureza muito pior. Foram feitas adulterações
nos textos de Ellen G. White durante décadas, para dar aos membros
uma falsa impressão de que ela teria crido em uma Trindade, e
estabelecer esta doutrina falsa, este vinho de Babilônia, a
principal doutrina da igreja católica, dentro do corpo de
doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Após todas estas
adulterações, utilizam os textos que foram anteriormente
modificados e estão contidos nestes livros para dizer que a
Trindade é a doutrina da igreja, e que esta apoiada pelos
testemunhos. Esquecem-se que a Bíblia demonstra claramente que
crer em um outro deus, o Espírito Santo, diferente do Pai Eterno,
caracteriza-se como pecado de idolatria. (“Não terás outros
deuses diante de Mim”) O Espírito Santo, sendo a glória de
Deus Pai dada a Jesus Cristo e por Ele comunicada a nós através
de Seus anjos, é o mais importante dom que necessitamos como meio
de santificação, mas nem por isso é um deus. A adoração,
segundo a Bíblia, é devida apenas e tão somente ao Deus Único
e Eterno, e a Seu Filho Jesus Cristo
(Apocalipse 5:13; João 10:30). Concluímos
com o seguinte apelo: 1
- Oremos pelos responsáveis por estas modificações para que, se
possível for, e se estiverem vivos, eles se arrependam de seus
pecados e se convertam realmente a Cristo, pois Deus é fiel e
justo para perdoá-los de toda injustiça; 2
– Oremos pela liderança da IASD – departamentais, pastores
distritais e líderes de igreja, para que tenham um coração e
espírito humilde possam pedir perdão por ter ensinado os membros
a adorar um Deus que não é Deus, e para que os juízos divinos
preditos no livro de Ezequiel, que estão prestes a cair sobre a
IASD, sejam, se possível, retardados; 3
– Oremos por nós mesmos, para que Deus tenha misericórdia de nós
e nos aceite como suas ferramentas para o Seu trabalho. 4 – Oremos para que a sacudidura, que já se
iniciou na IASD (começa com questões doutrinárias e termina
logo após a lei dominical, ver Eventos Finais – cap. “A
Sacudidura”) possa se encerrar com grande parte do Seu povo fiel
preparada para receber a Chuva Serôdia, e para que não sejamos
sacudidos para fora do povo de Deus. 5 – Oramos para que você, sendo agora conhecedor destas adulterações feitas no passado, e da verdade de que os testemunhos dados por Jesus a Sua serva Ellen G. White nunca apoiaram a crença em uma Trindade, e que esta crença, portanto, não passa de invenção de homens movidos pelo espírito de Satanás, o pai da mentira; olhe para Jesus, arrependa-se do pecado de idolatria por ter aceito por algum tempo esta falsa doutrina, e peça a ele que perdoe este pecado, renovando-o para que andes na verdade a cada dia e pregue a outros que estão neste mesmo erro, para que estes possam se arrepender. Que Deus te abençoe. MARANATA!!!!!!!! Jairo Carvalho Veja também: As bases do livro Evangelismo 2º Parte |