Desmascarando as farsas do cristianismo de católicos e protestantes - Parte II

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O Natal

Leia abaixo o que as enciclopédias relatam sobre este dia:

A festa do Natal foi instituída oficialmente pelo Papa romano Libério no ano 354. Na verdade, a data de 25 de dezembro não se deve a um estrito aniversário cronológico, mas sim à substituição, com motivos cristãos, das antigas festas pagãs - onde os pagãos tributavam homenagem às falsas divindades do oriente -- expressam o sincretismo da festividade, de acordo com as medidas de assimilação religiosa adotadas por Constantino.

A razão provável da adoção do dia 25 de dezembro é que os primeiros cristãos desejaram que a data coincidisse com a festa pagã dos romanos dedicada "ao nascimento do sol inconquistado", que comemorava o solstício do inverno. No mundo romano, a Saturnália, comemorada em 17 de dezembro, era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus iraniano Mitra, o sol da virtude. (©Enciclopédia Britânica do Brasil Publicações Ltda; Artigo-Natal).

"A festa do natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do natal". (Enciclopédia Católica, edição de 1911).

A data atual foi fixada no ano 440 d.C, afim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: A festa Mitraica ( religião Persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebravam o “NATALIS INVICTIS SOLIS” (nascimento do vitorioso sol) e várias outras festividades decorrentes do solstício de inverno, como a Saturnália em Roma e os cultos solares entre Celtas e os Germânicos. (Enciclopédia Barsa, 1998, volume 11, pág. 274).

Na verdade, a sua instituição no ano 354 pelo Papa Libério talvez se tenha devido à necessidade de cristianizar as festas que vários povos pagãos celebravam por altura do solstício de inverno. Assim, em vez de proibir as festas pagãs, forneceu-lhes um pretexto cristão. 

Ver na enciclopédia on-line: http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal

CONCLUSÃO

Mais uma vez vemos a intervenção da igreja católica ao  cristianizar uma dia que os pagãos comemoravam e cultuavam o falso deus sol. 

Você acha certo a cristianização de um dia pagão, dedicado ao falso deus sol, que Deus disse em Ezequiel 8: 16, 17 ser uma grande abominação?

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A Árvore de Natal

Analisando a Bíblia Sagrada em Jeremias 10:2-4 - "Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.” · Em Jeremias 40:2-6, Isaías 44:14-17, Oséias 4:13 e Dt. 16:21, vemos que os povos, desde a antigüidade, possuíam o costume de utilizar a madeira bem como as árvores, com fins de idolatria. Muitas dessas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro, símbolo natalino, possui a mesma conotação. Deus nos ordena não imitar esse caminho nem segui-lo! Certas pessoas se enganam ao pensar que isso significa que não faz mal ter uma árvore de Natal. Com ela nos associamos à festividade gentílica. As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas. Uma antiga fábula babilônica falava de um pinheirinho que nasceu de um tronco morto. O velho tronco simbolizava Ninrode morto e o novo pinheirinho que Ninrode tinha vindo viver novamente em Tamuz!

Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal.

Enciclopédia on-line:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal  

Veja abaixo a árvore de natal do vaticano, montada na praça de São Pedro. Ela mede 35 metros de altura e tem 110 anos. Vaticano.

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(Deut - 16:21) “Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti”.

CONCLUSÃO

Deus sempre combateu o uso da árvore de natal como vimos na Bíblia, a Igreja Católica mais uma vez passa pela autoridade de DEUS  e a santifica; e para rimar; Com quem você fica?  

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A Pinha

Para os pagãos, o pinheiro e a pinha simbolizam a vida eterna. Este estudo ilustrado sobre o uso generalizado da pinha nos grupos pagãos antigos mostra como ela também foi adotada no catolicismo romano.

Os pagãos sempre cobiçaram e buscaram a vida eterna adorando e reverenciando diversos objetos encontrados na natureza. Esse tipo de adoração é claro, cumpre a definição bíblica do paganismo. Veja: "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém." [Romanos 1:25]

À medida que ingressamos no fim dos tempos, descobrimos que o paganismo está aumentando na sociedade. Na verdade, é bem possível que este século possa representar o auge do paganismo em toda a história. Quem está por trás do paganismo de todos os tipos e de todas as épocas é Satanás, de modo que não devemos ficar surpresos ao descobrir que muitas práticas do paganismo ou do satanismo são comuns em todo o mundo.

Um dos pontos comuns da adoração pagã é o símbolo usado para representar a vida eterna, o pinheiro, tanto pequeno como já árvore crescida. Além disso, a pinha é reverenciada porque é o fruto produzido pelo pinheiro. Como todas as pessoas de todas as épocas desejam viver para sempre, o pinheiro e a pinha têm sido poderosos e antigos símbolos da vida eterna.

Vamos examinar abaixo os vários grupos pagãos que utilizaram a pinha em suas cerimônias, nos rituais e na arte.

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A MÃO MÁGICA DE BRONZE, data do período final do Império Romano, quando todas as formas de adivinhação, do uso da bola de cristal até a astrologia floresceram. A mão tem símbolos, como uma cabeça de enguia e uma pinha, da religião de mistérios romanos de Dionísio. Os adoradores de Dionísio procuravam entrar em um estado de frenesi, durante o qual tinham visões sobre o futuro." [Mind and Magic, Francis X. King, Crescent, Grã-Bretanha, 1991, pg 150] Observe a pinha no polegar dessa mão. Acho muito interessante que a pinha estava intimamente associada com essa religião em particular, cuja ênfase estava na predição do futuro, nas orgias sexuais e em adivinhar a sorte.

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A gravura acima é de um deus Asteca segurando uma pinha e um pinheirinho, símbolos do renascimento e do sol.

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A gravura acima, do bastão com uma pinha na ponta, é um símbolo do deus-sol Osíris, Museu Egípcio, Turin,  Itália. A adoração a Osíris teve origem no Egito, onde ele era a figura messiânica que morreu pelo bem do povo e cuja mãe, Ísis, era adorada como a virgem-mãe. Osíris era a falsificação egípcia de Jesus. 

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Esta gravura acima é de um deus alado assírio com uma pinha, representando o poder da regeneração. A maior parte do paganismo na história pode ser rastreada diretamente a Tamuz, na Babilônia. Semíramis, a mãe de Tamuz, foi a primeira virgem-mãe na história mundial, e viveu cerca de dois mil anos antes do nascimento de Jesus Cristo.

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A gravura acima representa BACO, o deus da bebida segurando um bastão que tem uma pinha na ponta. Os pagãos gostam de beber prodigamente e se deleitam em suas bebedeiras. Portanto, não devemos ficar surpresos ao saber que Baco é celebrado como se estivesse desejando a vida eterna, ao mesmo tempo em que se embriaga. Você já observou que a Igreja Católica Romana enfrenta o problema do alcoolismo entre seu clero e seus fiéis? Além disso, países católicos, como a Irlanda, França e Itália também são conhecidos pelo alto consumo de álcool.

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Este acima é Dionísio, o deus grego, carregando um bastão com a pinha na ponta como símbolo da fertilidade. As crianças são sempre vistas como a extensão da vida da humanidade. Portanto, é previsível que a pinha esteja ligada com a nova vida da concepção de filhos.

O cajado do PAPA possui a pinha do paganismo, veja:

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A gravura acima a direita do papa, é a da maior pinha do mundo, localizada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, chamada, o Pátio da Pinha.

CONCLUSÃO

O Catolicismo romano incorporou elementos das práticas pagãs em suas doutrinas, nos rituais, na arte e na arquitetura, na verdade e infelizmente, o Catolicismo Romano é uma falsificação do cristianismo, pois DEUS sempre abominou todas as práticas e costumes dos pagãos.

Parte do estudo tirado do site: http://www.espada.eti.br/rc125.asp

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