O Caminho do Perdão Condicional!

Prof. Jean Alves Cabral Macedo[1]  

Tenho estudado com cuidado a questão do perdão que Deus tem para nos oferecer e tenho encontrado um fato que é desprezado pelo Cristianismo. O perdão de Deus não é concedido ao ser humano pecador sem que haja algumas condições a serem cumpridas rigorosamente.

Este assunto é chocante para muitos que entendem que a aceitação de Deus é por uma espécie de graça irresponsável ou graça sem preço, que atende aos que vivem em pecado sempre e sobre qualquer circunstância, sem considerar as condições legítimas e verdadeiras que são claramente manifestas na Bíblia para que o grande Deus do Céu conceda seu perdão e a sentença de vida para o pecador.

Tenho encontrado sete pontos que deverão estar reunidos juntos na atitude do ser humano que almeja receber o perdão de Deus com profundo desejo de alma.

Antes de atender as considerações sobre este assunto pela Bíblia, tenho que deixar claro que, em face de meu argumento aqui enunciado, entendo que há muitos que o considerarão errôneo porque entendem que se há condições humanas para o recebimento do perdão divino, então o perdão não seria, por extensão, concedido pela graça de Deus, mas seria obra do esforço humano.

Mas, compreendo que este assunto deve ser revisto!

O ser humano não conquista o perdão de Deus mediante penitências, porque se assim fosse, então a teologia católica estaria correta e a imagem de um Deus de amor estaria definitivamente encerrada. Aliás, os católicos que não compreendem este assunto ainda não entenderam que o grande centro de toda a antipatia protestante a teologia católica é o fato de que a teologia católica apresenta um Deus Pai tirânico que só pode ser aplacado de Sua ira mediante as chagas de Cristo, quando na verdade, as coisas são assim: “Deus amou o Mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito para que todo o que nEle crê não perca mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Não! Decididamente eu não creio que as sete condições para que recebamos o perdão de Deus sejam condições de penitência ou de sacrifícios a monastérios ou rezas intermináveis de terços ou venerações de mortos ou de relíquias! De forma alguma posso acreditar que a concessão do perdão divino seja algo que me seja concedido mediante condições exteriores ou práticas religiosas de qualquer natureza.

Ora, então como posso afirmar que haja sete condições para que o perdão divino seja concedido a cada um de nós?

Sim! Há sete condições! E passo a enumerá-las em ordem sistemática e indicarei biblicamente as razões que me levam a entender este assunto assim. Espero que seja de utilidade para todos aqueles que desejam avançar no conhecimento da Palavra de Deus, especialmente para a fé protestante que, havendo se desviado paulatinamente ao longo dos séculos do princípio da contínua busca pela maior revelação de Deus e em busca da Reforma plena, tem sido rebaixada a uma confissão que de frágil que é, tem se aliado completamente com o Catolicismo Romano que possui contra si além de diversos desvios bíblicos, estes dois entraves: a idéia de que o perdão divino só é concedido mediante penitência humana e, por extensão, invalidando desta forma o amor do Pai e tornando o sacrifício de Cristo sem efeito.

Bem, mas voltemos ao ponto principal de minha argumentação. Há sete pontos pelos quais devemos receber o perdão de Deus. Se uma pessoa não cumprir estes sete requisitos, se ela não tiver estes sete pontos, ela jamais terá este perdão, pelo contrário, viverá como a nossa presente geração que se ufana de que é possuidora do perdão divino, mas a vida prática diária nega completamente este fato, haja vista que os pecados alastrados por toda a Cristandade evidenciam que o perdão de Deus é absolutamente sem qualquer efeito na vida dos religiosos de nosso tempo.

1)                          Para recebermos o perdão de Deus, temos que crer primeiro em Deus o Pai e em seu Filho Yehôshua’, pois como poderemos receber um perdão de Alguém que nem sequer aceitamos que exista ou tenha a autoridade que a Bíblia diz que estas duas Pessoas possuem?

2)                          Para recebermos o perdão de Deus, temos que reconhecer que somos indignos da vida devido ao fato de havermos sido nascidos em iniqüidade e principalmente porque somos amantes do mundo e do nosso próprio eu carnal. Como podemos receber o perdão de Deus se nem aceitamos a idéia de que somos necessitados dele?

3)                          Para recebermos o perdão de Deus temos que compreender o que significa este perdão, temos que saber que ele significa literalmente: “Deus esquece o mal que fizemos como se jamais tivéssemos feito” – e, evidentemente, para recebermos este perdão, precisamos verificar que este “esquecimento divino” é absoluto, total, pleno e completo em nosso favor, somente por uma única razão: a encarnação, o nascimento, a vida, a obra, a morte, a ressurreição e a glorificação de Cristo. Se não reconhecermos a grandiosidade de Cristo e da Pessoa que Ele é como nosso Salvador, o perdão não terá qualquer significação e,por extensão não o recebemos de fato, mas será uma coisa vazia e ritualística formal sem vida e sentido.

4)                          Para recebermos o perdão de Deus é necessário que sejamos convictos da necessidade de confessarmos com a nossa boca a nossa situação. Este ato que se exterioriza com as palavras que nossa boca profere, é condição sine qua non para o recebimento do perdão. Sem confessarmos que nossa alma é desvalida, que reconhecemos nossa pequenez, que reconhecemos a nossa completa e total necessidade da misericórdia e amparo de Cristo, não receberemos perdão algum. Ainda que mil igrejas digam que eu recebo o perdão por qualquer outro meio, sem esta condição ser preenchida, não é possível recebê-lo de fato. Porque a nossa boca deve proclamar o valor e o sentido que o perdão tem para nós? Para a glória do amor de Deus Pai!

5)                          Para recebermos o perdão de Deus temos que ser crucificados com Cristo. Sem este requisito não há como recebermos o perdão, porque o perdão é um ato de morte para uma velha vida e o nascimento para a nova vida. O perdão não é uma mercadoria de botequim, mas é o único ato pelo qual Deus torna um ser humano digno de ser considerado filho Seu. Enquanto uma pessoa não for crucificada com Cristo, ela não pode possuir de fato o perdão de Deus. Esta crucificação, muitas vezes entendida como novo nascimento, é um recebimento do poder ou Espírito de Deus na mente, nas emoções e na percepção espiritual da pessoa. Esta crucificação pela possessão do Espírito de Deus capacita a pessoa a ser perdoada de fato.

6)                          Para recebermos o perdão temos que crer no alvo que ele me aponta e na glória que ele me introduz. Especialmente em duas questões específicas: (a) que o perdão nos introduz no Reino Glorioso de Cristo e, (b) que teremos um Paraíso a partir de então como nossa esperança e pátria superior. O perdão só faz sentido se eu puder mensurar (ainda que palidamente dada à pequenez de minha mente), a diferença entre a miséria que vivo como iníquo e a maravilha que é ser membro do Reino de Deus. Este é um dos valores do perdão!

7)                          Para termos o perdão de Deus temos que ter um coração agradecido e louvar pelo Dom que nos é concedido, porque assim o eco da sentença divina de perdão fará definitivo sentido e será a glória de nossa existência.

Onde fundamentei toda esta argumentação?

De onde tirei estas sete condições para recebermos o perdão?

Na Bíblia!

E em que passagens?

Foi em uma única passagem onde todas estas questões estão claramente enunciadas!

Basta lermos a referida passagem para verificarmos a simplicidade destes fatos e tudo ficará bem elucidado. Vejamos:

E também eram levados outros dois, que eram malfeitores, para serem executados com Ele. (...) Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra Ele, dizendo; ‘não és Tu o Cristo? Salva-te a Ti mesmo e a nós também’. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: ‘nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas Este nenhum mal fez.’ E acrescentou: ‘Yehôshua’, lembra-te de mim quando vieres no Teu Reino’. Yehôshua’ respondeu-lhe: ‘em verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso’ (Lucas 23:32, 39-43).

Para que precisamos de mais palavras?

Quando leio esta passagem recobro as forças e encontro paz e força para continuar vivendo, para continuar na luta médico-missionária, para continuar respirando diante de Deus nosso Pai e, relembro as magníficas palavras de Paulo que sentenciam toda a experiência de recebimento do perdão assim:

Se, com a tua boca confessares a Yehôshua’ como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a Escritura diz: ‘todo aquele que nEle crê não será confundido’. (Romanos 10:9-11).

A graça de Deus é um favor que Ele nos concede mesmo sendo nós indignos e não tendo merecimento algum. Disto não há a menor dúvida!

Mas verificamos que o recebimento de fato, na vida da pessoa, com poder suficiente para ter realmente validade depende das mesmas condições encontradas neste caso que é, sem sombra de qualquer dúvida, inigualável na Bíblia.

O malfeitor que recebeu a certeza da salvação da parte de Cristo, não teve tempo para ser membro da igreja, não teve tempo de trabalhar nos campos missionários, não teve tempo de dízimos e ofertas, não teve tempo de estudos bíblicos, não teve tempo de discussões doutrinárias, não teve tempo de nada a não ser morrer em poucas horas e ser encaminhado para a sepultura.

Ele não teve tempo de discutir se o Espírito de Deus é uma terceira pessoa da trindade ou não, não teve tempo de discutir se o sábado era o dia de guarda, se a Igreja Católica é Babilônia ou se as profecias do Apocalipse são simbólicas ou literais. Este malfeitor tinha diante de si a síntese da vida, tinha diante de si o fim absoluto de sua existência para a eternidade, quer como malfeitor ou como homem perdoado que foi.

Ele é, em minha opinião, a maior de todas as conversões e o mais profundo de todos os sermões vividos pelo Mestre dos mestres. Porque se a situação dele pôde ser resolvida em poucos minutos como o foi naquela ocasião, eu pergunto: por que a minha e a sua devem ser diferentes? Por que temos que nos cercar de tantas e tantas coisas que nos enchem a vida de peso, fardos e dificuldades que acabam por impedir o recebimento do perdão de Deus em nosso ser?

Senão vejamos, cada um dos sete aspectos que mencionei estão descritos firmemente na experiência do malfeitor que foi perdoado. As condições para que ele fosse perdoado estam ali. Notemos que ele carregou uma cruz igual a de Cristo, mas não tinha o perdão; ele foi crucificado provavelmente com a mesma crueldade que Cristo o foi, porque era a prática romana fazê-lo com a ferocidade com que o fazia; ele foi tratado como um miserável pela turba; foi xingado e enxovalhado como um proscrito, tanto quanto o Mestre o foi, e, notamos claramente que em nenhum destes momentos ele estava sendo perdoado de absolutamente nada, mas ao contrário, estava pagando o preço de seus malfeitos, pecados sociais e crimes.

Até antes das palavras do malfeitor que terminou perdido, ele era nada mais e nada menos que um perdido! Sem perdão algum em sua vida e banido da presença de Deus. Um legítimo servo de Satanás e certamente carregado de demônios em grande número.

Após as palavras do seu companheiro de maldades, os raios da graça (favor imerecido) atingem o seu coração e, por extensão pelas suas palavras atingem também o outro malfeitor, estendendo a este que injuriava a situação com uma oportunidade de ser salvo, ou melhor, perdoado. De sorte que vemos que este homem atingido pela graça de Deus (favor imerecido) torna-se já um evangelista e pregador da única verdade que deve ser proclamada ao Mundo para que possamos receber o perdão de Deus o Pai!

Ora, cada ponto revela o que enunciamos nos itens anteriores, basta que leiamos com cauteloso cuidado, por isto peço licença ao leitor para repetir cada item, mas colocando antes o momento bíblico que demonstra o que afirmo em cada uma das sete condições:

1)     ‘Nem ao menos temes a Deus’ – Para recebermos o perdão de Deus, temos que crer primeiro em Deus o Pai e em seu Filho Yehôshua’, pois como poderemos receber um perdão de Alguém que nem sequer aceitamos que exista ou tenha a autoridade que a Bíblia diz que estas duas Pessoas possuem?

2)     ‘Com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem’ – Para recebermos o perdão de Deus, temos que reconhecer que somos indignos da vida devido ao fato de havermos sido nascidos em iniqüidade e principalmente porque somos amantes do mundo e do nosso próprio eu carnal. Como podemos receber o perdão de Deus se nem aceitamos a idéia de que somos necessitados dele?

3)     ‘Mas Este nenhum mal fez’ – Para recebermos o perdão de Deus temos que compreender o que significa este perdão, temos que saber que ele significa literalmente: “Deus esquece o mal que fizemos como se jamais tivéssemos feito” – e, evidentemente, para recebermos este perdão, precisamos verificar que este “esquecimento divino” é absoluto, total, pleno e completo em nosso favor, somente por uma única razão: a encarnação, o nascimento, a vida, a obra, a morte, a ressurreição e a glorificação de Cristo. Se não reconhecermos a grandiosidade de Cristo e da Pessoa que Ele é como nosso Salvador, o perdão não terá qualquer significação e,por extensão não o recebemos de fato, mas será uma coisa vazia e ritualística formal sem vida e sentido.

4)     ‘E acrescentou: Yehôshua’, lembra-te de mim quando vieres no Teu Reino’ –Para recebermos o perdão de Deus é necessário que sejamos convictos da necessidade de confessarmos com a nossa boca a nossa situação. Este ato que se exterioriza com as palavras que nossa boca profere, é condição sine qua non para o recebimento do perdão. Sem confessarmos que nossa alma é desvalida, que reconhecemos nossa pequenez, que reconhecemos a nossa completa e total necessidade da misericórdia e amparo de Cristo, não receberemos perdão algum. Ainda que mil igrejas digam que eu recebo o perdão por qualquer outro meio, sem esta condição ser preenchida, não é possível recebê-lo de fato. Porque a nossa boca deve proclamar o valor e o sentido que o perdão tem para nós? Para a glória do amor de Deus Pai!

5)     ‘Estando sob igual sentença?’ – Para recebermos o perdão de Deus temos que ser crucificados com Cristo. Sem este requisito não há como recebermos o perdão, porque o perdão é um ato de morte para uma velha vida e o nascimento para a nova vida. O perdão não é uma mercadoria de botequim, mas é o único ato pelo qual Deus torna um ser humano digno de ser considerado filho Seu. Enquanto uma pessoa não for crucificada com Cristo, ela não pode possuir de fato o perdão de Deus. Esta crucificação, muitas vezes entendida como novo nascimento, é um recebimento do poder ou Espírito de Deus na mente, nas emoções e na percepção espiritual da pessoa. Esta crucificação pela possessão do Espírito de Deus capacita a pessoa a ser perdoada de fato.

6)     ‘Lembra-te de mim quando vieres no Teu Reino’ e ainda onde diz: ‘Estarás Comigo no Paraíso’ – Para recebermos o perdão temos que crer no alvo que Ele me aponta e na glória que Ele me introduz. Especialmente em duas questões específicas: (a) que o perdão nos introduz no Reino Glorioso de Cristo e, (b) que teremos um Paraíso a partir de então como nossa esperança e pátria superior. O perdão só faz sentido se eu puder mensurar (ainda que palidamente dada à pequenez de minha mente), a diferença entre a miséria que vivo como iníquo e a maravilha que é ser membro do Reino de Deus. Este é um dos valores do perdão!

7)     Quando lemos em Mateus 27:44 “e os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com Ele” ou ainda em Marcos 15:32 “Também os que com Ele foram crucificados o insultavam” temos certeza de que esta atitude deles foi conjunta até a graça de Deus se manifestasse na alma do que passou a ver em Cristo uma atitude de mansidão e pureza supremas. Para mim, está implícito e não explícito no texto em análise que “gratidão, louvor e profundo ânimo” quanto ao Reino vindouro tomaram conta de toda a alma do malfeitor arrependido. Depreendo esta verdade da expressão dele quando declara: “lembra-te quando entrares no Teu reino” e da resposta imediata e sem rodeios: “estarás Comigo”. É lógico e óbvio para mim que houve gratidão e louvor, completando assim a obra certa e segura do perdão devidamente implantado com todas as sete partes satisfatoriamente cumpridas. Para termos o perdão de Deus temos que ter um coração agradecido e louvar pelo Dom que nos é concedido, porque assim o eco da sentença divina de perdão fará definitivo sentido e será a glória de nossa existência.

Faço digno de reflexão que, em momento algum o malfeitor tinha sequer consciência de que deveria cumprir as sete questões que estou aqui identificando, de sorte que elas não podem ser seguidas rigidamente com o propósito de agir assim: eu procurarei cumprir estas sete questões e depois jogarei na cara de Deus dizendo; ‘olha aqui, eu fiz o que o malfeitor fez e agora você tem a obrigação de me tratar do mesmo modo’.

Esta é a política das religiões que defendem penitências como a Igreja Católica o faz ou como instituições como a Universal do Bispo Edir Macedo, que pede dinheiro em troca de benção.

O Evangelho não é uma mercadoria nossa, é mercadoria divina e fechada na relação Pai e Filho. Nossa participação é satélite e concessionária, jamais legítima e devida. Sempre estaremos declarando em todos os séculos sem fim que “digno é o Cordeiro que foi morto desde antes da fundação do Mundo” de ser adorado e glorificado, porque manifestou a Personalidade plena do Pai e mostrou que, na qualidade de Seu Único Filho Gerado, (Unigênito) realmente tem os atributos de Seu Pai, dos quais perdoar é, ao meu ver, o maior de todos, haja vista que o ato de perdoar é aquele que melhor expressa o sentido do amor:

Mas Deus prova Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Yehôshua’ Mashiah, por intermédio de Quem recebemos, agora, a reconciliação. (Romanos 5:8-11).

Satanás sabe que os que buscam o perdão e a graça de Deus os obterão; por isto apresenta diante deles os seus pecados para os desencorajar. Ele está sempre buscando ocasião contra os que estão procurando obedecer a Deus. Até procurando apresentar como corrupto. Mediante astúcias sem conta, as mais sutis e mais cruéis, procura ele assegurar a sua condenação. O homem não pode em sua própria força enfrentar as acusações do inimigo. Com suas vestes manchadas de pecado e em confissão de culpa, ele está perante Deus. Mas Cristo, nosso Advogado, apresenta uma eficaz alegação em favor de todo aquele que, pelo arrependimento e fé, confiaram a guarda de sua alma a ele. Ele defende sua causa, e mediante os poderosos argumentos do Calvário, derrota o seu acusador. Sua perfeita obediência à lei de Deus deu-Lhe poder no Céu e na Terra, e ele reclama de Seu Pai misericórdia e reconciliação para com o homem culpado. Ao acusador do seu povo Ele declara: ‘o Senhor te repreenda, ó Satanás. Estes são os que foram comprados com o Meu sangue, tição tirado do fogo.’ E aos que nEle descansam em fé, ele dá a certeza: ‘eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de vestidos novos.’ (Zacarias 3:4). (WHITE, Ellen Gould. Profetas e Reis. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP. 1996, p.586-587).

[1] Dr. Jean Alves Cabral Macedo (21/09/1968) é brasileiro, natural do Rio de Janeiro, Naturologista e Capelão. Contatos: drjacm@zipmail.com.br / Endereço para Contato: Av. Santos Dumont, 1719/Loja 10 – CEP 60150-160, Fortaleza, Ceará, Brasil. Telefone: Brasil + (85) + 99856637 ou 30878038 (Ano: 2005-2006).

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