O DÍZIMO DE DEUS E OS 10% DA IGREJA   

Introdução:

Qualquer leitor sincero do texto sagrado, verá por si só que o dízimo bíblico era uma das obrigações do crente no velho pacto, pois era parte de um conjunto de cerimonias, semelhante a da morte (sacrifício) de animais, as quais todos os leitores ou não leitores que conheçam um mínimo de doutrina bíblica conhece.

Muito diverge do dízimo bíblico e muito erroneamente as igrejas protestantes tem ensinado seus seguidores a doar para elas sistematicamente e obrigatoriamente 10% de suas rendas. Nenhuma relação há entre doar 10% do salário e o dízimo da lei mosaica.

O Dízimo bíblico, conforme aprofundado estudo bíblico já discutido na internete e disponível em http://www.adventistas.com/dizimos.htm era o equivalente ao décimo produto rural, sendo que a obrigação do pagamento (ou devolução, como alguns preferem) caia unicamente sobre os que eram produtores rurais (ver http://www.adventistas.com/fevereiro2001/paulo_dizimo1.htm).

Como foi provado em minunciosos detalhes, Abraão, Jacó e outros não eram dizimistas, pois o sistema de dízimo foi elaborado em detalhes no advento da lei, com Moisés. (Ver http://www.adventistas.com/fevereiro2001/paulo_dizimo2.htm e também ver http://www.adventistas.com/fevereiro2001/paulo_dizimo3.htm

O Papel do dízimo na Adoração Mosaica:

Interessante é observar o papel do dízimo no contexto da adoração levítica ou mosaica. O Dízimo era, assim como o sacrificio de animais, parte integrante do sistema, e estava 100% incluído no conjunto de cerimonias religiosas do povo judeu.

O dízimo não poderia ser convertido em dinheiro, exceto sob uma, e exigente, condição. Veremos adiante qual era essa condição. Mas no momento vamos salientar que o dízimo era parte da adoração, e adoração individual e coletiva, em que o doador ‘entregava’ e devolvia a Deus parte de sua produção rural (Ver Deut. 14:22) e ao contrário do que se vê hoje, o fiel dizimista ‘comia’ seu dízimo, juntamente com os que não eram produtores rurais (ver Deut. 14:23, 29).

Interessante notar o contraste entre o sistema mosaico (judaico) de dízimo e o sistema do pseudo-dízimo pregado pelas igrejas evangélicas atualmente. Jámais presenciamos, (isto é, até o momento) fiéis das igrejas evangélicas se alimentando do pseudo-dízimo tão pregado e defendido erroneamente por pastores enganados ou enganadores.  

A única condição do dízimo da lei ser transformado em dinheiro:

Havia somente uma situação ou condição em que o verdadeiro dízimo bíblico poderia ser convertido em dinheiro para depois ser reconvertido em frutos da terra.

Lemos em Deuteronomio 14, que esta única situação em que o dízimo poderia ser convertido em moeda, em dinheiro, era "se o caminho te for tão comprido que não possas levar os dízimos, por estar longe de ti o lugar que Senhor teu Deus escolher para ali por o seu nome, quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado; então vende-os, leva o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor teu Deus escolher." Deut. 14:24,25; (Grifo acrescentado)


Há um contraste muito grande entre o ato de receber 'dízimos' de salários, o que é anti-bíblico e o ato de converter dízimos bíblicos (agropecuários) em dinheiro.

Dízimo convertido em dinheiro reconvertido em dízimo (produtos agropecuários):

Mas continuando o ensinamento bíblico do dízimo ser convertido em dinheiro, o texto sagrado informava aos judeus dizimistas o que fazer com o dinheiro obtido com esta conversão.

Lemos em Deut. 14: 25 e 26 "então vende-os, ata o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor teu Deus escolher. E aquele dinheiro darás por tudo o que desejares, por bois, por ovelhas, por vinho, por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; comerás ali perante o Senhor teu Deus, e te regozijarás, tu e a tua casa."

Observamos aqui uma diferença gritante entre o sistema bíblico de dízimo e o sistema usado atualmente por pretensas igrejas defensoras do pseudo-dízimo (10% do salário). O crente era o fiel depositário do dinheiro obtido pela venda de seu dízimo (décimo animal ou produto rural) e deveria ‘atar’ o dinheiro na mão e levar até o local que Deus havia escolhido para a ‘festa’ do dízimo.  

Destino do dinheiro reconvertido em dízimos novamente:

Vemos, através da leitura do texto sagrado, que o dinheiro convertido novamente no dízimo bíblico, era aplicado pelo proprio crente "em tudo o que" desejasse sua alma (Deut 14:26). Ele, o crente, optava em o que comprar de fruto da terra com o dinheiro obtido pela venda de seu dízimo, e não os sacerdotes. O crente tinha toda a liberdade para comprar o que quisesse, desde que fosse alimento (fruto da terra).

 

"E aquele dinheiro darás por tudo o que desejares, por bois, por ovelhas, por vinho, por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; comerás ali perante o Senhor teu Deus, e te regozijarás, tu e a tua casa" (Deut 14:26)

 

Mas o destino do dinheiro da venda do dízimo biblico não era só para o benefício do levita ou do dizimista, era ainda para todos que não eram produtores rurais, Vejamos o que diz o texto bíblico: "Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), o estrangeiro, o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda obra que as tuas mãos fizerem." (Deut 14:29).

A Principal função do dízimo bíblico na cerimonia religiosa:

E o dízimo tinha ainda, além de ser uma festa religiosa em que o crente comia a parte de sua produção que foi dizimada, tinha uma função moral, que podemos ver claramente em Deut. 14:22,23


"Certamente darás os dízimos de todo o produto da tua semente que cada ano se recolher do campo. E, perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus por todos os dias." Deut 14:22,23

A festa dos dízimos, em que o crente comia o dízimo, era mais que uma simples festa religiosa. Era o reconhecimento de que Deus havia dado o fruto da terra como benção e uma lição de que "todas as coisas pertencem a Deus". Quando o crente 'comia' do seu dízimo (Deut 14:23) e o repartia com os necessitados (órfãos, estrangeiros, viuvas, levitas, etc), ele estava aprendendo a temer a único Deus que o havia abençoado e certamente o abençoaria.

O crente aprendia então, através do cerimonial do dízimo, a se lembrar que Deus é que o mantinha e abençoava para que pudesse produzir mais. É por isso que em uma sociedade pastoril, o ‘gafanhoto’ ou o ‘devorador’, isto é, as pragas, seriam detidas se os produtores rurais se mantivessem fiéis a Deus e não se enquecessem que Ele é quem os sustentava.


Não era uma permuta com Deus, como muitas igrejas pregam hoje, dizendo que se você fizer sua parte Deus é 'obrigado' a fazer a dEle. Era uma festa de gratidão, que, como todas as sombras e símbolos cerimonias, teve seu fim na cruz de Cristo, que foi de certa forma o dízimo, o pão e o vinho (produtos rurais) oferecidos por ele próprio para nossa alimentação espiritual.

Mudando-se o sacerdócio, a lei de cerimonias seria também mudada (Hebresu 7:12,18), como veremos adiante. 

O cumprimento do sistema do dízimo em Cristo:


Em Cristo o sistema de Dízimo teve, assim como o sistema de sacrifícios de animais, seu simbolismo cumprido, isto se deu quando Ele se tornou o pão vivo que desceu do céu. (ver João 6:51).

Quem se alimentava do dízimo (o crente, o órfão, a viúva, o necessitado, o estrangeiro, o levita) tinha suas necessidades fisiológicas supridas, e em Cristo, se alimentarmos do dízimo dado por Deus através de Cristo e em Cristo, teremos todas as nossas necessidades espirituais (e físicas também, pois ele não nos abandona) supridas.

Jesus, a exemplo do dízimo, foi oferecido primeiro aos pobres (órfãos sociais, mendigos, prostitutas, estrangeiros, etc). Ele se ofereceu primeiro aos doentes, e assim como o dízimo, primeiro supriu as necessidades dos menos favorecidos. Vede quantos discípulos Jesus chamou do Sinédrio, dos Fariseus, dos Saduceus ou de quaisquer outras facções (denominações ou igrejas e seitas) religiosas de seu tempo! Jesus, o dízimo da Nova aliança, se ofereceu para que pudessemos, nós, pobres e necessitados fisica e espiritualmente, pudéssemos nos saciar em um mundo em que a pessoa tem menos importância que seus bens. Jesus se tornou o dízimo divino dado por Deus a humanidade para que pudesse ter vida (João 3:16). Deus cumpriu o simbolismo do dízimo dado Cristo para que pudéssemos viver.


Jesus se tornou o cordeiro de Deus (João 1:29) e se tornou o dízimo de Deus, dado para alimentar espiritualmente os homens, se tornou e é o pão vivo e a água viva (ver João 6:51, comparar com 4:10), dados por Deus para alimentar a humanidade e dar vida eterna (Ver João 10:28).

Assim como o dízimo alimentava o dizimista, os necessitados, os órfãos, as viúvas, estrangeiros e levitas, Cristo diz: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne." João 6:51).

Jesus, é o cordeiro de Deus e deu o pão vivo pela vida do mundo e esse pão é sua ‘carne’. (Ver João 6:51). Deus deu Jesus, para que por meio da alimentação diária desse dízimo divino, pudéssemos ter vida, assim como os judeus se alimentavam dos dízimos e tinham suas necessidades físicas refeitas.  

Contraste entre o dízimo mosaico e o pseudo dizimo atual:


O dízimo praticado hoje, não tem nenhuma relação ou grau de parentesco, mesmo que distante, do dízimo nas escrituras, pois quem se alimenta hoje dele? Os pobres? Órfãos? Viúvas? Não, nenhum dos elencados em Deuteronomio 14 atualmente se alimentam de dízimos.

E mais, muitos ainda não tem vergonha na cara e ensinam Malaquias fora do contexto, quando a mensagem é para os 'sacerdotes' do templo da época de malaquias (que hoje seriam então os padres e pastores e afins - ver Malaquias 02:01 que está no bloco de texto da passagem recortada que usam, e ainda não citam o contexto, nem os animais doentes, esterco sobre o altar, etc e os mesmos sacerdotes denunciados por malaquias ainda fizeram muitos errar e pecar – ver malaquias 02:8).  

Paralelo entre os sacerdotes denunciados por Malaquias e os sacerdotes e as Religiões atuais

Os sacerdotes do tempo de Malaquias foram denunciados por ele, por inúmeras razões, sendo as principais:

1 – Eles não estavam honrando ao senhor Deus (Malaquias 1:6)

"O filho honra o pai, e o servo ao seu amo; se eu, pois, sou pai, onde está a minha honra? e se eu sou amo, onde está o temor de mim? diz o Senhor dos exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que temos nós desprezado o teu nome?"

Os sacerdotes atuais desprezam o nome de Deus, não o ensinam e ainda pregam um deus falso, uma trindade criada por Atanásio, padre Católico, defendida por Tertuliano, padre católico, e decretada por Constantino, Imperador Romano.

2 – Eles estavam oferecendo pão profano sobre o altar (Malaquias 1:7)

"Ofereceis sobre o meu altar pão profano, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que pensais, que a mesa do Senhor é desprezível."

Quanto pão estragado espiritualmente tem sido oferecido à cristandade. Falta espaço para detalhar todos os enganos doutrinários defendidos por pretensos arautos da verdade que pregam somente doutrinas católicas disfarçadas.

3 – Ofereciam animais defeituosos (Malaquias 1:8)

"Pois quando ofereceis em sacrifício um animal cego, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou o doente, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o Senhor dos exércitos."

Quantos sacerdotes oferecem um falso cristo? Quantos oferecem uma idéia filosófica dizendo ser o filho de Deus? É lamentável o número de falsos cristos oferecidos para os crentes.

Quantos crentes levam 10% de seus salários, imaginando adorar a Deus enquanto na realidade adoram é uma instituição religiosa?

4 – Deus não aceitava as ofertas oferecidas pelos sacerdotes e pelos seus seguidores (Malaquias 1:9-10). Deus não tinha prazer nas ofertas deles.

"Agora, pois, suplicai o favor de Deus, para que se compadeça de nós. Com tal oferta da vossa mão, aceitará ele a vossa pessoa? diz o Senhor dos exércitos. (...)Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor dos exércitos, nem aceitarei oferta da vossa mão."

Será que hoje Deus se agrada dos pseudo-dízimos e ofertas alçadas supostamente oferecidas à Ele???

5 – Deus amaldiçoava as bençãos que os sacerdotes davam (Malaquias 2:1,2)

"Se não ouvirdes, e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o Senhor dos exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o vosso coração."

Será que hoje Deus abençoa a benção de seus pretensos sacerdotes ou as amaldiçoa?

6 – Os sacerdotes deviam guardar o conhecimento e deviam instruir os homens, mas se desviaram e usavam a lei como pretexto (Malaquias 2:7,8)

"Pois os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é o mensageiro do Senhor dos exércitos. Mas vós vos desviastes do caminho; a muitos fizestes tropeçar na lei; corrompestes o pacto de Levi, diz o Senhor dos exércitos."

Podemos hoje buscar instrução e conhecimento de Deus e de seu filho, da Bíblia e do viver cristão dos pretensos sacerdotes atuais? Será que estão (estamos) guardando e ensinando o conhecimento do Senhor?

 

7 – Os sacerdotes tinham levado a religião judaica a ‘casar’ com deus estranho e ao fazer isto, Deus a rejeitou e rejeitou sua oferta e seus dízimos (Malaquias 2:11-13)

"Judá se tem havido aleivosamente, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou o santuário do Senhor, o qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho. O Senhor extirpará das tendas de Jacó o homem que fizer isto, o que vela, e o que responde, e o que oferece dons ao Senhor dos exércitos. Ainda fazeis isto: cobris o altar do Senhor de lágrimas, de choros e de gemidos, porque ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão."

 

E hoje, ao Deus único e criador do universo ou a falsos deuses os sacerdotes atuais tem ‘casado’ suas igrejas?

Assim como Deus havia rejeitado as ofertas da religião judáica que havia mudado de Deus (Ver Mal 2:11 up), a cristandade atual ‘mudou’ de deus, adorando um falso deus trindade e um falso cristo que não morreu de fato e de verdade. Sua religião se ‘casou’ com um deus estranho (trindade) ou adora o único Deus criador e seu filho Jesus?

 

8 – Deus havia sido testemunha entre seu povo e sua religião sem mácula (que devia ser o judaísmo), mas o judaísmo se distanciou de Deus (Malaquias 2:14,15), se divorciou de Deus e estava seguindo tradições humanas.

"Todavia perguntais: Por que? Porque o Senhor tem sido testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade (a religião de Abraão), para com a qual procedeste deslealmente sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança (o povo havia deixado o Deus de Abraão). E não fez ele somente um, ainda que lhe sobejava espírito? E por que somente um? Não é que buscava descendência piedosa? Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade." – Ninguém deveria ser infiel para com a religião de Abraão, a religião do Deus único, Criador do Céu e da terra.

A religião hoje é a mesma ensinada a Adão e Eva e a Abraão? Adora-se o mesmo Deus que eles adoravam? O Deus de Jesus é adorado pela sua religião?

A religião hoje conserva a mesma doutrina e ensinamentos de seus fundadores? Dos seus pioneiros? Da reforma protestante? Da Igreja primitiva de Pedro e Paulo?

 

9 – Deus odeia a apostasia de sua religião inicial. Os judeus haviam apostatado e a culpa principal era dos sacerdotes (Mal 2:1 – Malaquias 2:16)

"Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel, e aquele que cobre de violência o seu vestido; portanto cuidai de vós mesmos, diz o Senhor dos exércitos; e não sejais infiéis."

Muito distante a cristandade tem andado dos caminhos deixados por Cristo.

 

10 – Deus estava ‘cansado’ como aquele povo ‘rebelde’ e adúltero espiritualmente falando (Malaquias 2: 17)

"Tendes enfadado ao Senhor com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o havemos enfadado? Nisto que dizeis: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e desses é que ele se agrada; ou: Onde está o Deus do juízo?"

 

Além de perverterem o sentido bíblico do dízimo cumprido em Cristo, o pão (dízimo) do Céu, não se alimentam dele (Cristo) e ainda impedem que outros se alimentem (de Cristo). (ver Mateus 23:13). Seus sacerdotes estão agindo desta forma? Você age assim? O que podemos fazer para não agir dessa forma e deixar que outros se alimentem de fato com o dizimo de Deus (Cristo) 

Conclusão:

Em Hebreus 7:12,18 lemos que o sistema da lei mosaica e todas suas cerimonias cessou quando mudou o sacerdócio levítico e entrou em cena o sacerdócio de Cristo. O cordeiro e dízimo de Deus ruiu com todo esse sistema cerimonial.

Como vimos, o sistema de dízimos mosaico em nada se assemelha ao sistema do pseudo dízimo pregado pelas igrejas protestantes. Findou em Cristo, o dízimo que Deus deu para alimentar os homens.

O papel do pseudo dízimo atual, é nulo como adoração a Deus, pois está sendo feito de forma não exposta na bíblia, e, apesar de ter sido criado pela igreja catolica no século V, é defendido por muitos pastores e membros de igrejas como se bíblico fosse, através de forçadas interpretações e deduções, defendido por muitos de boa fé, mas por outros de forma desavergonhosa mesmo.

Deus não se agrada de tradições humanas, e o dízimo como dinheiro, foi evento e criação da igreja catolica no século V, e por mais que o crente imagine ser do agrado de Deus, Deus não se agrada em que usem seu nome para extorquir dinheiro dos enganados por tais tradições.

Jesus disse: "Hipócritas! bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens". (Mateus 15:7-9).

Que possamos nos alimentar do dízimo celestial dado por Deus, Jesus Cristo, e nos desligar das tradições dos homens.

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