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O Messias de Israel
Capítulo I
Seu
Verdadeiro Nome
A proposta desta leitura é para que possamos achar o Messias de Israel. Assim como Felipe que encontrou Natanael e disse-lhe: “Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas:... o Nazareno, filho de José”. João 1:45. Achar o Messias, na forma e da maneira como os primeiros discípulos o encontraram, essa é nossa proposta. Talvez a maioria diga: “Eu já conheço o Messias, sei seu nome e sua procedência”. Isto é normal numa cultura cristã, mas não foi numa cultura cristã que os discípulos acharam o Messias. Lembremos que os fatos aconteceram na Palestina do primeiro século, na terra dos judeus. Lembremos ainda que o cristianismo na sua moldura atual é o resultado de uma evolução progressiva, e principalmente o resultado de dogmas estabelecidos em inúmeros Concílios. Por essa razão nossas palavras são simples, não mais com aquele discurso acadêmico da Faculdade Teológica, queremos que seja elevado nosso propósito, santa nossa intenção, nobre nosso coração, desde que apresentamos o que nos foi dado, compartilhamos de nossa experiência e de nosso relacionamento com um Amigo Judeu. Queremos apresentar esse Judeu a você, para que si possível, se torne também seu Amigo. Nas Escrituras Hebraicas temos a forte evidência que comprova a forma e a maneira que em devemos conhecer o Homem de Nazaré. Você
conhece um homem alto e magro? Foi a pergunta que fez uma pessoa que se
aproximou quando estava na porta de casa – Há muitos homens altos e magros
nesta rua, respondi. Ele tem entre 30 e 35 anos, acrescentou a pessoa – Há
muitos homens que tem essa idade neste bairro, respondi. Ele trabalha no
Hospital das Clínicas, achou que é na administração, você o conhece?
Insistiu a pessoa – Nesta cidade há algumas pessoas que trabalham nesse
Hospital, acredito que ajudará muito se o senhor me dizer o NOME
da pessoa que
procura. Infelizmente não sei o nome dele, respondeu – então, respondi,
infelizmente, também não poderei lhe ajudar a encontrar a pessoa que procura. Conhecemos
uma pessoa pelo seu NOME, porém, ao que todo indica o nome da pessoa, nos
tempos modernos já não é tão importante, mesmo assim, devemos acrescentar
uma informação muito valiosa, devemos entender que no tempo em que o Messias
andou nas ruas da Palestina, o Nome era muito mais do que um simples rótulo.
Significava muito mais do que apenas o registro nos livros do Templo.
Vejamos o seguinte documento: Doc. 1. “Na
Bíblia, quando se dá um ‘nome’ a uma pessoa, significa muito mais do que
dota-la de um nome próprio. O ‘nome’ equivale à própria pessoa. Não ter
nome é não existir ou ser algo insignificante e desprezível. Dar nome a algo
é reconhecer sua existência real. Pedir que alguém diga o seu nome não é
somente pedir-lhe que o pronuncie, mas também que manifeste sua natureza, que
se identifique”
Bíblia de Estudo Almeida, Sociedade Bíblica do Brasil, 1999 – Dicionário,
verbete: Nome, pág. 73. O Nome de uma pessoa, segundo o costume dos tempos bíblicos, tinha o significado daquilo que a própria pessoa representava, por essa razão o Eterno muitas vezes trocava o nome de uma pessoa, para que em sua nova missão representa-se o que ela era de fato. Doc. 2. “Um
estudo da palavra ‘nome’ no Antigo Testamento revela o quanto ela significa
em hebraico. O Nome não é simples rótulo, mas é significativo da
personalidade real daquele a quem pertence”.
O Dicionário Bíblico Ilustrado, Vol. I página 572. Vejamos
alguns exemplos que demonstram a afirmação que foi inserida pelo Dicionário
acima citado. O
significado do nome de Jacó era “Agarrar o Calcanhar” ou “Suplantador”
(veja: Gênesis 27:36), posteriormente foi mudado para Israel, e sabemos
que esse novo nome representava toda uma nação. Houve um tempo em que a nação israelita permaneceu em paz e prosperidade, e até então as doze tribos estavam unidas, esse período foi durante o reinado de Salomão, filho de Davi. Salomão significa “Pacífico”. Esse nome “pacífico” era um contraste com Davi, que se destacou pela violência de seu reinado, pois foi ele que derrotou a maioria dos inimigos de Israel. Após a morte de Salomão as doze tribos se dividiram em duas nações: (1)
Judá,
ou casa de Judá, no sul, com capital Jerusalém. Era também conhecido como
Reino de Judá e que deu origem aos judeus (2)
Israel,
ou Casa de Israel, no norte, com capital Samaria. Mais tarde deportados para a
Assíria e espalhados entre as nações. E o Reino Unido em tempos do “pacífico”
Salomão, virou duas nações sempre em guerras e conflitos entre elas. Quando o Eterno determinava que alguém deveria cumprir Seu propósito divino, Ele geralmente lhe mudava o nome, foi assim com Abrão (“Pai da Exaltação”) que mudou para Abraão (“Pai de multidões”). Sarai (“Contenciosa”) teve seu nome mudado para Sara (“Princesa”), considerando que ela seria a mãe de um povo. Veja: Gênesis 17:5, versos 15 e 16; Gênesis 32:28; 2 Samuel 12:24, 25. Podemos
ainda acrescentar que no Livro do profeta Isaías, há uma citação em que se
esclarece que o Eterno chama a todas as estrelas por nome – veja Isaías
40:26. Isto demonstra quão importante é para o Eterno o nome das coisas.
Diante desta verdade, você acha que Ele deixaria ao acaso o Nome do Messias?
Certamente que não! O Eterno teve especial cuidado com relação a isso, a
ponto de não permitir que os pais do Messias colocassem qualquer nome no
menino, ao contrário disso, podemos ler que o Eterno enviou um mensageiro
(anjo) do céu para anunciar a Maria, em uma oportunidade e a José em outra, o
Nome que deveriam colocar na criança. Mateus 1:21 e Lucas 1:31 Agora chegamos na questão mais delicada desta pesquisa, pense no seguinte: Se o Messias era um judeu, nascido em Belém, seu Pai era um judeu da tribo de Judá, poderia ele ter um nome romano, latino, grego, ou português? O Messias - um judeu de origem No diálogo que o Messias teve com a mulher samaritana junto ao poço de Jacó, nos demonstra que a mulher consegue identificar claramente a nacionalidade do homem que estava falando com ela, a mulher disse: “como tu sendo judeu falas comigo que sou mulher samaritana?” (João 4:9) Não havia dúvidas, Ele era judeu. Devemos
entender que já naquela época todos os descendentes da tribo de Judá eram
chamados de Judeus. Na continuação do diálogo entre o Messias e a mulher
samaritana encontramos uma frase importante, Ele disse para a mulher: “A salvação vem dos judeus...”
(João 4:22) Será que conseguimos entender em toda sua profundidade o
significado dessa frase? Isto significa que a salvação não vem de Roma,
desde que o Salvador nunca foi romano e nunca seu nome foi latino (língua
falada pelos romanos). A salvação não vem dos gregos, pois o Messias não
era grego e, portanto, nunca poderia ter um nome grego. O autor da Epístola aos Hebreus esclarece ainda mais este conceito, explicando como é que a salvação de fato veio dos judeus, por intermédio de um Homem judeu. Em Hebreus 7:14 o autor explica: “pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá...” A palavra “evidente” é significativa no uso que o autor faz, pois determina uma certeza absoluta. Até
o próprio Pilatos, ao mandar colocar sobre a cruz um título para o homem que
estava morrendo, quis deixar bem claro que era “o rei dos judeus” (João 19:19). Muitas vezes esquecemos estes fatos,
esquecemos que ao oitavo dia, ainda um bebe, o Messias foi apresentado no
templo para realizar seu registro na lista dos primogênitos e ser circuncidado
conforme o rito do pacto judaico. Veja Lucas 2:21. A
conclusão só pode ser uma. O Messias era um homem judeu, nunca foi romano e
nem grego. Portanto, se era judeu, e seguiu todos os costumes judaicos, seria
absurdo imaginar que ele recebeu um nome latino, ou um nome grego. Esta questão
necessita ser esclarecida com mais detalhes. Capítulo II A Importância do Nome nos Escritos Apostólicos Até que ponto os apóstolos e discípulos do Mestre da Galiléia consideravam importante o Nome do Messias? Vejamos primeiro alguns dos escritos chamados joaninos (do apóstolo João) “Filhinhos, eu vos escrevo, porque os
vossos pecados são perdoados, por causa do seu Nome”.
(I Epístola de João 1:12). Notamos
que João relaciona uma coisa com outra na forma correta, o perdão dos pecados
e faltas tem uma relação com o Nome dele, do Messias. Se perguntássemos para
João: Por causa de que são perdoados nossos pecados? Ele responderia: “por causa do seu Nome” Vejamos
agora outro texto de João, o apóstolo. “Estas coisas vos escrevi, a fim de
saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o Nome do
Filho do Eterno.”
(I Epístola de João 5:13) Bíblia
de Estudo Almeida, edição de 1999. SBB. Agora
o apóstolo relaciona a própria “vida eterna” com o fato de crer “em o Nome
do Filho” Se alguém pensa que o Nome do Messias não tem tanta importância,
será bom reler muitas vezes estes dois versos. Continuemos, e vejamos agora o
testemunho de Pedro, o apóstolo: “Dele [do Messias] todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu Nome, todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados”. Atos 10:43. Devemos notar a importância do discurso de Pedro, ele está na casa de Cornélio, um centurião romano, ou seja, um gentio, e quando ele argumenta sobre a importância do Nome do Messias, o discurso é interrompido, pois, o Espírito Santo desce sobre os membros dessa família (verso 44). A relação entre remissão de pecados, Espírito Santo e Nome do Messias é salientado aqui. Vejamos
agora no Evangelho de Lucas o relato do último discurso do Mestre da Galiléia,
quando ele explica as Escrituras para seus discípulos. “E lhes disse: Assim está escrito que o Messias havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu Nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém”. Lucas 24:46-47 Esta
frase final: “começando
de Jerusalém”
é significativa, e necessitamos explicar melhor. O Nome do Messias é
importante, desde que os apóstolos deveriam nesse Nome pregar o arrependimento
e a remissão de pecados. Note-se que o perdão e a remissão dos pecados está
presente no discurso de Pedro e nas cartas de João, e esses apóstolos
aprenderam do próprio Messias. Pregar em Nome do Messias era o fundamental,
ensinar e proclamar a “todas as nações” começando de Jerusalém, por que
de Jerusalém? Porque nunca deveria ter saído “outro nome” de algum
outro lugar, como de Roma, por exemplo, ou de Atenas, ou de Antioquia, o Nome
deveria sair de Jerusalém, porque era a capital do judaísmo, lembremos que a
“salvação vem dos judeus” (João 4:22). Deveria ter saído de Jerusalém porque
era um nome judeu, jamais seria outro nome em latim (romano), ou grego. Pense
você mesmo: Qual é o nome que saiu de Jerusalém? Se você responde que é um
nome em latim, eu vou lhe dizer: espere ai, esse nome não saiu de Jerusalém,
esse saiu de Roma. Se você responder que é um nome em grego, eu terei que
recusar de novo e lhe dizer: Errado de novo, esse nome em grego saiu de
Antioquia. Você está compreendendo que é obvio uma resposta apropriada, o
Nome que saiu de Jerusalém é um nome na língua e idioma que se falava em
Jerusalém no primeiro século. Foi
por meio dos discípulos, todos judeus, que o verdadeiro Nome, o nome do
Messias saiu de Jerusalém e se proclamou ao mundo, Mateus sabia muito bem que
os gentios, ou seja, as “outras nações” deveriam esperar por esse nome.
Mateus escreveu: “E,
no seu Nome, esperarão os gentios”
(Mateus 12:21). Uma
Profecia Que se Cumpriu Por que a maioria desconhece o verdadeiro Nome do Messias? Para nos que somos pesquisadores das coisas sagradas a resposta a essa pergunta só tem uma explicação, essa explicação é uma profecia. Gostaríamos que você estudasse atentamente essa profecia. Quem escreveu foi Jeremias (aproximadamente entre os anos 640 até 609 antes do Messias). Vejamos o que ele escreveu: “O Senhor mo fez saber, e eu o soube; então, me fizestes ver as suas maquinações. Eu era como manso cordeiro, que é levado ao matadouro; porque eu não sabia que tramavam projetos contra mim, dizendo: Destruamos a árvore com seu fruto; a ele cortemo-lo da terra dos viventes, e não haja mais memória do seu nome” Jeremias 11:18-19. Pense nas palavras em destaque. Todos reconhecem na frase: “Manso cordeiro que é levado ao matadouro” uma frase profética que se refere ao Messias. Por que esse reconhecimento? Por que é a mesma frase usada em Isaías 53:7 “como cordeiro foi levado ao matadouro”. Quem se atreveria a negar que Isaías 53 é de fato um trecho caracterizado pela forte mensagem profética messiânica? Sabemos por essa razão, que Jeremias estava falando não apenas dele mesmo, mas havia uma forte conotação profética. Projetos (como falou o profetas Jeremias), sim! Verdadeiros projetos malignos foram feitos durante séculos para que o Nome do Messias, seu verdadeiro Nome fosse esquecido. Verdadeiras maquinações, (nas palavras do profeta), tramas e intrigas, conluios, conspirações e procedimentos ardilosos se desenvolveram em Concílios da Igreja, e antes disso em grupos opositores da Igreja de Jerusalém, com o único propósito de tirar a importância do Nome do Messias. Quando começa a se desenvolver o anti-semitismo (oposição aos judeus) tornou-se uma verdadeira desonra, uma afronta talvez, continuar a usar um Nome judeu para o Messias. A tarefa foi tirar qualquer vestígio que identificasse o Messias com os judeus. Se os judeus guardavam o sábado, então a igreja apóstata mudou o sábado para o domingo, e a Igreja de Jerusalém usava o Nome judeu para o Messias, então a igreja apóstata mudou o nome e cumpriu assim a profecia de Jeremias. A Igreja dos gentios queria distância dos costumes judaicos. E assim, progressivamente o Nome Sagrado do Messias foi substituído por um outro nome grego, nome grego que depois passou para o latim, e do latim se espalhou pelo mundo com mudanças que em nada se aproximam do Nome Original. O
mundo em geral, o cristianismo como um todo, esqueceu o Nome que saiu de
Jerusalém e adotou um outro que saiu de Antioquia: o nome em grego,
transliterado para o português é: Iesous,
um nome grego. Uma
alerta já tinha sido dado no tempo em que o Apocalipse foi escrito. O próprio
Messias falando com João, o apóstolo, e considerando as características da
Igreja de Filadélfia, disse: “Conheço as tuas obras – eis
que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar –
que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste
o meu Nome”.
Apocalipse 3:8. Estas
palavras do Mestre da Galiléia para João explicavam que já na época em que
João escreveu o último livro da Bíblia, havia muitos que estavam negando o
verdadeiro Nome do Messias, e essa negação era do Nome, e não da fé,
ou seja, estavam trocando o Nome do Salvador por outro sem significado. No mesmo Livro de Apocalipse, para a Comunidade de Éfeso, João escreve: “... suportaste provas por causa do meu Nome...” Apocalipse 2:3 - As provas, com toda certeza eram as perseguições e martírio, não por causa da fé, ou da Igreja, mas por causa do Nome. Um Texto Importante Vamos
estudar com atenção a terceira Epístola de João, o verso 7, transcrevemos
da mesma forma como está na Bíblia de Estudo Almeida: “...
pois,
por causa do Nome foi que saíram, nada recebendo dos gentios”. Era uma carta para um gentio, de nome grego, Gaio, (verso1), considerado como filho por João (verso 4), de tanto que o amava (verso 2). Gaio era um irmão que andava na verdade, com certeza este grego recebeu a visita de missionários de Jerusalém que para ele, sendo grego eram estrangeiros (verso 5). Agora João explica que esses irmãos que visitaram Gaio, saíram visitando as Comunidades e famílias que andavam na verdade, para explicar que não deveriam receber nada que viesse dos gentios, assim como eles também tinham feito. A causa da saída deles, como missionários, foi por causa do Nome (usado no texto com maiúscula). O Nome era o motivo, e a alerta geral, era não receber nada dos gentios. O que os gentios estavam então fazendo? Por que estes homens que visitaram Gaio o alertaram contra os gentios? O que de fato havia de errado com os gentios? A origem dos gentios na sua grande maioria era de origem grega, e sabemos que a cultura pagã predominante na época era o grego. O perigo consistia em mudar o que era autêntico, verdadeiro e original por algo falso. Os gentios estavam dando ao Messias um nome grego, trocando aquele que o anjo trouxe do céu, estavam dando um outro nome ao Messias, um nome grego, diferente, sem significado. Um
estudo de Atos 3 e 4 – Estes dois capítulos nos explicam definitivamente a
importância do Nome do Messias. Pedro e João, os dois apóstolos do Messias subiram até o templo em Jerusalém e tiveram um encontro com um homem coxo de nascença, que lhes pediu uma esmola, Pedro responde ao pedido dizendo: “Não possuo nem prata e nem ouro, mas o que tenho, isso te dou, em NOME de... ---- E AQUI ELE FALOU O NOME DO MESSIAS EM ARAMAICO ----- Com certeza se você está lendo sua Bíblia em português deve lembrar que Pedro e João não falavam em português, portanto, não poderiam ter falado o nome que você encontra escrito ali. Por que o coxo foi curado? Porque ele escutou o NOME, e teve fé nesse NOME, assim explicou Pedro em Atos 3:16 “Pela fé em o NOME... é que esse mesmo NOME fortaleceu a este homem...”. Mais
tarde perante o Sinédrio de novo explica as razões da cura do coxo: “Em
NOME do Messias, o Nazareno, em seu NOME é que este está curado perante vós”.
Atos 4:10 O que os dirigentes do Sinédrio fizeram? Tentaram impedir que continuassem a pregar nesse NOME, os opositores concluíram que deveriam primeiro fazer ameaças: “ameacemo-los para não mais falarem neste NOME a quem quer que fosse” Atos 4:17 – Logo a seguir lhes ordenaram: “ordenaram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem em o NOME...”. Atos 4:18. Por que NOME era um perigo para a religião? Por que desde o início houve tanta oposição ao Nome do Messias? Será que discípulos ficaram amedrontados e decidiram deixar de falar nesse Nome? Porque Ele é muito importante para a verdadeira fé, pelo seu significado, é a resposta dos apóstolos foi a seguinte: “Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” Atos 4:20. O Nome do Messias na sua forma original significa: SALVAÇÃO, AJUDA e SOCORRO. Era esse Nome que os discípulos OUVIRAM no primeiro século e esse Nome que eles OUVIRAM não poderiam deixar de ensinar, pregar e falar. Era uma atitude santa! Vejamos uma importante descoberta arqueológica. Extraímos da uma revista conceituada mundialmente como uma das melhores e reconhecida internacionalmente pela sua posição descomprometida com qualquer denominação religiosa, é uma revista que traz as descobertas no campo da arqueologia bíblica.
Nesta capa da Revista de Arqueologia Bíblica, o artigo principal é a descoberta do ossuário de Tiago irmão do Messias. E nessa câmara mortuária em pedra há uma inscrição na língua falada pelos judeus e apóstolos. Agora a seguir colocamos em destaque a inscrição
Aumentando a visão da inscrição o primeiro nome a direita é de Tiago, abaixo você pode ler a transcrição para letras hebraicas modernas.
Agora a seguir em destaque os dois nomes, o de Tiago e o do Messias:
A frase em linguagem costumeira seria: Tiago irmão de Jesus – Porém, como está em Aramaico, seria: Y’âqobh (irmão de) Yeshua.
Com
certeza absoluta os apóstolos que sepultaram Tiago, colocaram essa inscrição,
e nela está definitivamente a solução para muitos mistérios, o Nome do
Messias era um Nome Aramaico escrito com quatro letras, e era Yeshua. Que
significa: Salvação, Ajuda e Socorro. “Asseguro-vos que, se eles se
calarem, as próprias pedras clamarão”. Lucas 19:40 Pastor Raúl Ariel - Documentos Ministeriais 0064 Veja
também: O
verdadeiro nome do Messias de Israel
- Parte II |